Do golpe político ao golpe fundiário no Brasil

A chamada Lei da grilagem não só autoriza a regularização imediata de cerca de 40 milhões de hectares de terras públicas federais, como também desestrutura a política nacional de reforma agrária. Neste contexto, este Caderno aponta as principais alterações nas leis, as principais ilegalidades, assim como possíveis caminhos para o enfrentamento destas ameaçadas nos territórios e por toda a sociedade.

A chamada Lei da grilagem não só autoriza a regularização imediata de cerca de 40 milhões de hectares de terras públicas federais, como também desestrutura a política nacional de reforma agrária. Neste contexto, este Caderno aponta as principais alterações nas leis, as principais ilegalidades, assim como possíveis caminhos para o enfrentamento destas ameaçadas nos territórios e por toda a sociedade.

História em quadrinhos: Como se relaciona a produção industrial de carne com a crise climática?

A pandemia virou a vida de cabeça para baixo e nos levou a questionar uma série de coisas, inclusive a pecuária industrial e a produção industrial de carne. É por isso que estamos compartilhando a história em quadrinhos Como se relaciona a produção industrial de carne com a crise climática?, que explica de forma simples e direta por que a criação industrial de animais pode levar à devastação do clima do nosso planeta.

A pandemia virou a vida de cabeça para baixo e nos levou a questionar uma série de coisas, inclusive a pecuária industrial e a produção industrial de carne. É por isso que estamos compartilhando a história em quadrinhos Como se relaciona a produção industrial de carne com a crise climática?, que explica de forma simples e direta por que a criação industrial de animais pode levar à devastação do clima do nosso planeta.

Ríos tóxicos La lucha por recuperar el agua acaparada por las plantaciones de palma aceitera en Indonesia

La producción de alimentos y otras materias primas de origen agrícola dan cuenta de más del 80% del uso del agua dulce. El acaparamiento de agua vinculado al acaparamiento de tierras por la agroindustria, ha llevado a innumerables casos de conflictos sociales y destrucción ambiental en todo el mundo. El gran crecimiento de la demanda industrial de aceite de palma, como un aceite vegetal alternativo barato, es un claro ejemplo de esto.

La producción de alimentos y otras materias primas de origen agrícola dan cuenta de más del 80% del uso del agua dulce. El acaparamiento de agua vinculado al acaparamiento de tierras por la agroindustria, ha llevado a innumerables casos de conflictos sociales y destrucción ambiental en todo el mundo. El gran crecimiento de la demanda industrial de aceite de palma, como un aceite vegetal alternativo barato, es un claro ejemplo de esto.

"¿Qué tiene que ver la producción industrial de carne con la crisis climática?" Edición historieta

En momentos en que la pandemia pone en cuestionamiento, entre tantas otras cosas, a la ganadería industrial y la cría de animales en confinamiento; compartimos la historieta ¿Qué tiene que ver la producción industrial de carne con la crisis climática? en la que desarrollamos de manera simple y clara los impactos que este modelo de ganadería está teniendo sobre el clima en nuestro planeta.

En momentos en que la pandemia pone en cuestionamiento, entre tantas otras cosas, a la ganadería industrial y la cría de animales en confinamiento; compartimos la historieta ¿Qué tiene que ver la producción industrial de carne con la crisis climática? en la que desarrollamos de manera simple y clara los impactos que este modelo de ganadería está teniendo sobre el clima en nuestro planeta.

Biodiversidade 106 / 2020-4

En este número Ecuador dibuja un autorretrato del pueblo en lucha que lo configura y reconfigura para alojar las tradiciones ancestrales y los vuelcos del futuro. Ahí la gente sabe bien que no todo lo que permanece es bueno ni útil, ni todo lo que se transforma necesariamente nos mejorará.

En este número Ecuador dibuja un autorretrato del pueblo en lucha que lo configura y reconfigura para alojar las tradiciones ancestrales y los vuelcos del futuro. Ahí la gente sabe bien que no todo lo que permanece es bueno ni útil, ni todo lo que se transforma necesariamente nos mejorará.

Biodiversidade 105 / 2020-3

Com a pandemia, a incerteza cobriu com seu manto tudo o que fazemos, nossas esperanças e as expectativas de tantas pessoas no planeta. De repente, parece que não temos a possibilidade de escalar as paredes, parecemos estar capturados, capturados no tempo dos relógios que marcam as urgências, enquanto as mortes aumentam e as palavras não são suficientes. Muitas pessoas, principalmente na cidade, se sentem aprisionadas pela solidão, sem ver uma saída possível. Devemos, dizem-nos, respeitar a nova normalidade, a abertura sem restrições “e que morra quem tiver que morrer”. É isso que os funcionários de vários governos nos vomitam. Entre tantas normativas que nos pressionam, a ciência há muito reivindicou o poder de nos guiar, decidindo não deixar espaço para nada que não fosse calculável, e proclamando o banimento da incerteza e do mistério, ao assumir que ela poderia saber tudo a partir de um único lugar, que se encontrava fora da situação que afirmava estudar. Só assim a “objetividade” seria possível. Mas, como sabem as guardiãs e os guardiões das sementes, estas, como os saberes, surgem do próprio centro daquilo que está acontecendo para fora, com a mesma irradiação das estrelas. Como disse um sábio físico, “o subjetivo é a maneira pela qual o objetivo se expressa”.

Com a pandemia, a incerteza cobriu com seu manto tudo o que fazemos, nossas esperanças e as expectativas de tantas pessoas no planeta. De repente, parece que não temos a possibilidade de escalar as paredes, parecemos estar capturados, capturados no tempo dos relógios que marcam as urgências, enquanto as mortes aumentam e as palavras não são suficientes. Muitas pessoas, principalmente na cidade, se sentem aprisionadas pela solidão, sem ver uma saída possível. Devemos, dizem-nos, respeitar a nova normalidade, a abertura sem restrições “e que morra quem tiver que morrer”. É isso que os funcionários de vários governos nos vomitam. Entre tantas normativas que nos pressionam, a ciência há muito reivindicou o poder de nos guiar, decidindo não deixar espaço para nada que não fosse calculável, e proclamando o banimento da incerteza e do mistério, ao assumir que ela poderia saber tudo a partir de um único lugar, que se encontrava fora da situação que afirmava estudar. Só assim a “objetividade” seria possível. Mas, como sabem as guardiãs e os guardiões das sementes, estas, como os saberes, surgem do próprio centro daquilo que está acontecendo para fora, com a mesma irradiação das estrelas. Como disse um sábio físico, “o subjetivo é a maneira pela qual o objetivo se expressa”.

Los señores de lo oscuro asaltan el granero : El capital privado hinca el diente en la agricultura

Desde mediados de la década del 2000, la inversión institucional en la agricultura comenzó a crecer. De los siete fondos dedicados a la agricultura en 2004, a más de 300 en la actualidad, el interés por conseguir utilidades en la actividad agrícola y los agronegocios en el mundo entero crece y es algo real —y el Covid-19 no ha desacelerado esta tendencia.

Desde mediados de la década del 2000, la inversión institucional en la agricultura comenzó a crecer. De los siete fondos dedicados a la agricultura en 2004, a más de 300 en la actualidad, el interés por conseguir utilidades en la actividad agrícola y los agronegocios en el mundo entero crece y es algo real —y el Covid-19 no ha desacelerado esta tendencia.

Cercas digitais: cercamento financeiro das terras agrícolas na América do Sul

Em todos os países analisados neste relatório, os cadastros com georreferenciamento passam a ser requisito tanto do processo de regularização fundiária, como para acesso a outras políticas públicas e de crédito no sistema financeiro pelo imóvel rural. Há um massivo investimento do Banco Mundial para a digitalização da governança da terra e dos recursos naturais sobre ela, como os U$ 45,5 milhões de dólares específicos para inscrição de imóveis rurais particulares do Cerrado brasileiro no Cadastro Ambiental Rural, ou os U$ 100 milhões de dólares para o cadastro multipropósito na Colômbia.

Em todos os países analisados neste relatório, os cadastros com georreferenciamento passam a ser requisito tanto do processo de regularização fundiária, como para acesso a outras políticas públicas e de crédito no sistema financeiro pelo imóvel rural. Há um massivo investimento do Banco Mundial para a digitalização da governança da terra e dos recursos naturais sobre ela, como os U$ 45,5 milhões de dólares específicos para inscrição de imóveis rurais particulares do Cerrado brasileiro no Cadastro Ambiental Rural, ou os U$ 100 milhões de dólares para o cadastro multipropósito na Colômbia.

Cercas digitales: cercamiento financiero de las tierras agrícolas en América del Sur

En todos los países analizados en este informe, los catastros con georreferenciación se convierten en un requisito tanto para el proceso de regularización de la tierra como para el acceso a otras políticas públicas y de crédito en el sistema financiero por el inmueble rural. Hay una inversión masiva del Banco Mundial para digitalizar la gobernanza de la tierra y de los recursos naturales sobre ella, como los 45 millones 500 mil dólares específicos para inscribir loa inmuebles rurales particulares del Cerrado brasileño en el Catastro Ambiental Rural (CAR), o los 100 millones de dólares para el catastro multipropósito en Colombia.

En todos los países analizados en este informe, los catastros con georreferenciación se convierten en un requisito tanto para el proceso de regularización de la tierra como para el acceso a otras políticas públicas y de crédito en el sistema financiero por el inmueble rural. Hay una inversión masiva del Banco Mundial para digitalizar la gobernanza de la tierra y de los recursos naturales sobre ella, como los 45 millones 500 mil dólares específicos para inscribir loa inmuebles rurales particulares del Cerrado brasileño en el Catastro Ambiental Rural (CAR), o los 100 millones de dólares para el catastro multipropósito en Colombia.

Los acuerdos comerciales le entregan las semillas japonesas a las corporaciones multinacionales

Agricultores, la sociedad civil y personas connotadas de Japón lograron posponer temporalmente la enmienda de la Ley de Variedades Vegetales, un intento importante en contra del control público de las semillas. Pero, ¿qué hay detrás de estos esfuerzos para enmendar la Ley de Variedades? y ¿basta con impedir la enmienda?

Agricultores, la sociedad civil y personas connotadas de Japón lograron posponer temporalmente la enmienda de la Ley de Variedades Vegetales, un intento importante en contra del control público de las semillas. Pero, ¿qué hay detrás de estos esfuerzos para enmendar la Ley de Variedades? y ¿basta con impedir la enmienda?

Cuadernos de Biodiversidad para defender nuestras semillas

Presentamos una serie de cuadernos que pueden ser herramientas para ayudarnos a entender el papel de las semillas en nuestra sociedad mundial, en el tejido nacional de cada país, pero sobre todo en la vida cotidiana de larguísimo plazo de la gente que vive de su relación con la Naturaleza escuchando a la tierra. Cuadernos que nos ayuden a entender por qué hay ese empeño por establecer una propiedad intelectual, una privatización de las semillas mediante pactos, convenios, acuerdos, leyes, estándares, normas, registros y certificaciones.

Presentamos una serie de cuadernos que pueden ser herramientas para ayudarnos a entender el papel de las semillas en nuestra sociedad mundial, en el tejido nacional de cada país, pero sobre todo en la vida cotidiana de larguísimo plazo de la gente que vive de su relación con la Naturaleza escuchando a la tierra. Cuadernos que nos ayuden a entender por qué hay ese empeño por establecer una propiedad intelectual, una privatización de las semillas mediante pactos, convenios, acuerdos, leyes, estándares, normas, registros y certificaciones.

Acaparamientos de tierra a punta de pistola : Desalojan violentamente a miles de familias de sus fincas en Uganda

Tres compañías multinacionales están involucradas en acaparamientos de tierras y desalojos violentos, causando una humillación y un dolor nunca antes vistos a miles de familias campesinas, residentes en el distrito de Kiryandongo, Uganda. El acaparamiento ocurre en predios estatales abandonados, en los cuales, desde hace mucho tiempo, se han asentado y trabajado familias que llegaron al área huyendo de la guerra y de los desastres naturales en áreas vecinas.

Tres compañías multinacionales están involucradas en acaparamientos de tierras y desalojos violentos, causando una humillación y un dolor nunca antes vistos a miles de familias campesinas, residentes en el distrito de Kiryandongo, Uganda. El acaparamiento ocurre en predios estatales abandonados, en los cuales, desde hace mucho tiempo, se han asentado y trabajado familias que llegaron al área huyendo de la guerra y de los desastres naturales en áreas vecinas.

Biodiversidad 105 / 2020-3

Con la pandemia, la incertidumbre ha cubierto con su manto todo lo que hacemos, nuestras esperanzas y las expectativas de tanta gente en el planeta. De pronto, parecemos estar sin posibilidad de remontar los muros, parecemos estar atrapadas, atrapados, en el tiempo de los relojes que marcan las premuras, mientras las muertes crecen y las palabras no alcanzan. Muchas personas, sobre todo en la ciudad, se sienten aprisionadas por la soledad, sin ver una salida posible. Tenemos, nos dicen, que respetar la nueva normalidad, la apertura sin cortapisas, “y que muera quien tenga que morir”.

Con la pandemia, la incertidumbre ha cubierto con su manto todo lo que hacemos, nuestras esperanzas y las expectativas de tanta gente en el planeta. De pronto, parecemos estar sin posibilidad de remontar los muros, parecemos estar atrapadas, atrapados, en el tiempo de los relojes que marcan las premuras, mientras las muertes crecen y las palabras no alcanzan. Muchas personas, sobre todo en la ciudad, se sienten aprisionadas por la soledad, sin ver una salida posible. Tenemos, nos dicen, que respetar la nueva normalidad, la apertura sin cortapisas, “y que muera quien tenga que morir”.

¿Qué significan los TLCs para las mujeres en África? Una revisión crítica del Área Continental Africana de Libre Comercio

El acuerdo del Área Continental Africana de Libre Comercio, recientemente ratificado, se cierne sobre África. Proclamado por algunos como la piedra angular de la unidad y la independencia de África, las ambiciones detrás de la presión de los gobiernos africanos por el AfCFTA, por desgracia dan cuenta de una agenda abiertamente corporativa que ignora los intereses, las formas de sustento y las aspiraciones de la población del continente, especialmente de las mujeres.

El acuerdo del Área Continental Africana de Libre Comercio, recientemente ratificado, se cierne sobre África. Proclamado por algunos como la piedra angular de la unidad y la independencia de África, las ambiciones detrás de la presión de los gobiernos africanos por el AfCFTA, por desgracia dan cuenta de una agenda abiertamente corporativa que ignora los intereses, las formas de sustento y las aspiraciones de la población del continente, especialmente de las mujeres.

Los riesgos del TLC entre Estados Unidos e India para el sector agrícola indio

Nadie imaginó que las razones por las cuales India se retiró del RCEP serían dejadas de lado por el gobierno de India al momento de negociar otro desastroso acuerdo comercial, esta vez con los Estados Unidos. El TLC EUA-India plantea amenazas mucho mayores para las comunidades rurales y para el sector agrícola de India. Comprometería la enorme biodiversidad de India, socavaría el progreso del desarrollo de sistemas alimentarios locales y destruiría la esperanza de India por lograr una soberanía alimentaria.

Nadie imaginó que las razones por las cuales India se retiró del RCEP serían dejadas de lado por el gobierno de India al momento de negociar otro desastroso acuerdo comercial, esta vez con los Estados Unidos. El TLC EUA-India plantea amenazas mucho mayores para las comunidades rurales y para el sector agrícola de India. Comprometería la enorme biodiversidad de India, socavaría el progreso del desarrollo de sistemas alimentarios locales y destruiría la esperanza de India por lograr una soberanía alimentaria.