Português

O fogo como arma do agronegócio para expulsão dos povos e comunidades rurais no Brasil

Através de sólida documentação, o informe Agro é Fogo deixa claro que quando o Pantanal, o Cerrado e a Amazônia queimam, é a própria vida e dos modos de vida que ardem, usurpando a base material de sua existência. Ficando claro o caminho a seguir: defender a reforma agrária e os direitos territoriais dos povos e comunidades nestas três regiões.

Através de sólida documentação, o informe Agro é Fogo deixa claro que quando o Pantanal, o Cerrado e a Amazônia queimam, é a própria vida e dos modos de vida que ardem, usurpando a base material de sua existência. Ficando claro o caminho a seguir: defender a reforma agrária e os direitos territoriais dos povos e comunidades nestas três regiões.

Infográficos | Cercas Digitais: A grilagem tecnológica da terra

Nos infográficos que seguem destrinchamos os meandros e o intrincado labirinto pelo qual os interesses empresariais, com apoio de instituições internacionais como o Banco Mundial, capturam e grilam terras com estas novas tecnologias, em detrimento das terras públicas e dos territórios coletivos das comunidades camponesas e povos indígenas.

Nos infográficos que seguem destrinchamos os meandros e o intrincado labirinto pelo qual os interesses empresariais, com apoio de instituições internacionais como o Banco Mundial, capturam e grilam terras com estas novas tecnologias, em detrimento das terras públicas e dos territórios coletivos das comunidades camponesas e povos indígenas.

Animação UPOV : o grande roubo das sementes

Para ajudar a entender a UPOV, apresentamos para vocês esta breve animação que procura explicar de maneira simples por que a UPOV é um acordo que tenta se apropriar e privatizar as sementes desenvolvidas durantes milhares de anos pelos povos do mundo e por que devemos resistir a ela e exigir seu desmantelamento.

Para ajudar a entender a UPOV, apresentamos para vocês esta breve animação que procura explicar de maneira simples por que a UPOV é um acordo que tenta se apropriar e privatizar as sementes desenvolvidas durantes milhares de anos pelos povos do mundo e por que devemos resistir a ela e exigir seu desmantelamento.

Controle digital: a entrada das Big Techs na produção de alimentos e na agricultura (e o que isso significa)

As maiores empresas de tecnologia e plataformas de distribuição do mundo, como Microsoft e Amazon, começaram a entrar no setor de alimentos. O que isso significa para pequenos agricultores e sistemas alimentares locais? Esse movimento está levando ao fortalecimento de uma poderosa integração entre as empresas que fornecem insumos agrícola e aquelas que controlam o fluxo de dados e têm acesso aos consumidores.

As maiores empresas de tecnologia e plataformas de distribuição do mundo, como Microsoft e Amazon, começaram a entrar no setor de alimentos. O que isso significa para pequenos agricultores e sistemas alimentares locais? Esse movimento está levando ao fortalecimento de uma poderosa integração entre as empresas que fornecem insumos agrícola e aquelas que controlam o fluxo de dados e têm acesso aos consumidores.

Operações no mercado de terras do fundo de pensão TIAA e da universidade de Harvard são julgados ilegais

O Instituto Nacional de Reforma Agrária e o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia reconheceram que os maiores compradores estrangeiros de terras agrícolas no Brasil, o gestor do fundo de pensão TIAA e o fundo de investimento da Universidade de Harvard, adquiriram ilegalmente centenas de milhares de hectares de terras agrícolas na região do cerrado.

O Instituto Nacional de Reforma Agrária e o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia reconheceram que os maiores compradores estrangeiros de terras agrícolas no Brasil, o gestor do fundo de pensão TIAA e o fundo de investimento da Universidade de Harvard, adquiriram ilegalmente centenas de milhares de hectares de terras agrícolas na região do cerrado.

Do golpe político ao golpe fundiário no Brasil

A chamada Lei da grilagem não só autoriza a regularização imediata de cerca de 40 milhões de hectares de terras públicas federais, como também desestrutura a política nacional de reforma agrária. Neste contexto, este Caderno aponta as principais alterações nas leis, as principais ilegalidades, assim como possíveis caminhos para o enfrentamento destas ameaçadas nos territórios e por toda a sociedade.

A chamada Lei da grilagem não só autoriza a regularização imediata de cerca de 40 milhões de hectares de terras públicas federais, como também desestrutura a política nacional de reforma agrária. Neste contexto, este Caderno aponta as principais alterações nas leis, as principais ilegalidades, assim como possíveis caminhos para o enfrentamento destas ameaçadas nos territórios e por toda a sociedade.

História em quadrinhos: Como se relaciona a produção industrial de carne com a crise climática?

A pandemia virou a vida de cabeça para baixo e nos levou a questionar uma série de coisas, inclusive a pecuária industrial e a produção industrial de carne. É por isso que estamos compartilhando a história em quadrinhos Como se relaciona a produção industrial de carne com a crise climática?, que explica de forma simples e direta por que a criação industrial de animais pode levar à devastação do clima do nosso planeta.

A pandemia virou a vida de cabeça para baixo e nos levou a questionar uma série de coisas, inclusive a pecuária industrial e a produção industrial de carne. É por isso que estamos compartilhando a história em quadrinhos Como se relaciona a produção industrial de carne com a crise climática?, que explica de forma simples e direta por que a criação industrial de animais pode levar à devastação do clima do nosso planeta.

Vídeo: A violência e o abuso sexual contra mulheres em plantações industriais de dendê DEVEM ACABAR

O vídeo “NÃO à violência contra mulheres e meninas que vivem dentro e próximo a plantações de dendê” denuncia a violência contra as mulheres na África Ocidental e Central, cujas terras foram invadidas por plantações industriais de dendê.

O vídeo “NÃO à violência contra mulheres e meninas que vivem dentro e próximo a plantações de dendê” denuncia a violência contra as mulheres na África Ocidental e Central, cujas terras foram invadidas por plantações industriais de dendê.

Cercas digitais: cercamento financeiro das terras agrícolas na América do Sul

Em todos os países analisados neste relatório, os cadastros com georreferenciamento passam a ser requisito tanto do processo de regularização fundiária, como para acesso a outras políticas públicas e de crédito no sistema financeiro pelo imóvel rural. Há um massivo investimento do Banco Mundial para a digitalização da governança da terra e dos recursos naturais sobre ela, como os U$ 45,5 milhões de dólares específicos para inscrição de imóveis rurais particulares do Cerrado brasileiro no Cadastro Ambiental Rural, ou os U$ 100 milhões de dólares para o cadastro multipropósito na Colômbia.

Em todos os países analisados neste relatório, os cadastros com georreferenciamento passam a ser requisito tanto do processo de regularização fundiária, como para acesso a outras políticas públicas e de crédito no sistema financeiro pelo imóvel rural. Há um massivo investimento do Banco Mundial para a digitalização da governança da terra e dos recursos naturais sobre ela, como os U$ 45,5 milhões de dólares específicos para inscrição de imóveis rurais particulares do Cerrado brasileiro no Cadastro Ambiental Rural, ou os U$ 100 milhões de dólares para o cadastro multipropósito na Colômbia.

A biodiversidade é o melhor remédio contra pandemias

Entrevista com GRAIN e CPT sobre o papel central do agronegócio na eclosão e proliferação de pandemias zoonóticas e como, apesar disso, o agronegócio é tratado como atividade essencial, causando conflito e devastação, mesmo em tempos de #COVID19

Entrevista com GRAIN e CPT sobre o papel central do agronegócio na eclosão e proliferação de pandemias zoonóticas e como, apesar disso, o agronegócio é tratado como atividade essencial, causando conflito e devastação, mesmo em tempos de #COVID19

Agroimperialismo em tempos de Covid-19

Os setores do agronegócio estão ganhando na loteria com a Covid-19. Enquanto os lucros da pandemia continuam altos, o que chega às camadas inferiores da sociedade é devastação. As consequências são mortais. Uma nova onda de ajuste estrutural está a caminho, com foco no aumento dos investimentos estrangeiros no agronegócio e na exportação de commodities agrícolas.

Os setores do agronegócio estão ganhando na loteria com a Covid-19. Enquanto os lucros da pandemia continuam altos, o que chega às camadas inferiores da sociedade é devastação. As consequências são mortais. Uma nova onda de ajuste estrutural está a caminho, com foco no aumento dos investimentos estrangeiros no agronegócio e na exportação de commodities agrícolas.

Grilagem de terras de Harvard no Brasil é desastre para comunidades e alerta para especuladores

Nos oito anos seguintes à crise de 2008, Harvard investiu mais de 1 bilhão de dólares na aquisição de uma carteira global de terras agrícolas, que somaram cerca de 1 milhão de hectares entre Estados Unidos, Brasil, leste europeu, África do Sul, Nova Zelândia e Austrália. Esta estratégia de Harvard levou a instituição a avançar sobre alguns dos lugares com os piores conflitos agrários e ambientais do planeta.

Nos oito anos seguintes à crise de 2008, Harvard investiu mais de 1 bilhão de dólares na aquisição de uma carteira global de terras agrícolas, que somaram cerca de 1 milhão de hectares entre Estados Unidos, Brasil, leste europeu, África do Sul, Nova Zelândia e Austrália. Esta estratégia de Harvard levou a instituição a avançar sobre alguns dos lugares com os piores conflitos agrários e ambientais do planeta.

Legalização do grande roubo de terras públicas no Brasil: agronegócio, desmatamento e o caldeirão de futuras pandemias

O modo de uso e ocupação do solo, a concentração de terra e recursos naturais, a destruição massiva de ecossistemas, e a crescente homogeneização das paisagens deveriam ser os pontos-chave do debate sobre crise sanitária e resiliência humana daqui em diante.

O modo de uso e ocupação do solo, a concentração de terra e recursos naturais, a destruição massiva de ecossistemas, e a crescente homogeneização das paisagens deveriam ser os pontos-chave do debate sobre crise sanitária e resiliência humana daqui em diante.